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24 de Junho de 2018
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    Rita Cortez participou do 1º Encontro Nacional das Advogadas do Brasil

    Instituto dos Advogados Brasileiros
    há 12 dias
    A presidente nacional do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), Rita Cortez, participou na sexta-feira (8/6) do encerramento do 1º Encontro Nacional das Advogadas do Brasil, que reuniu mais de 150 advogadas de todos os estados do País no Rio de Janeiro. “Os movimentos organizados precisam aprender a traçar agendas comuns de atuação política, para assegurar e avançar na conquista de mais direitos para as mulheres”, afirmou Rita Cortez. Para a presidente do IAB, “é importante falar sobre inclusão e igualdade como política de valorização dos direitos humanos e ocupar todos os espaços de atuação com a perspectiva de união e sororidade”.
    Também participaram do evento, aberto na quinta-feira (7/6), a diretora-secretária Maíra Fernandes e a presidente da Comissão da Mulher do IAB, Deborah Prates. O encontro foi uma parceria entre a Caixa de Assistência dos Advogados do Estado o Rio de Janeiro (Caarj), o site jurídico Migalhas, a ONG TamoJuntas!, a Comissão de Minas Gerais da Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica e o Movimento + Mulheres na OAB, com o apoio de escritórios de advocacia de vários estados.

    De acordo com dados do Conselho Federal da OAB divulgados no evento, as mulheres representam 48,5% da advocacia nacional e são maioria apenas nos estados do Pará e de Rondônia. No Rio de Janeiro, elas são 49,9% da classe e predominam nas faixas etárias até 59 anos. “Realmente, ainda falta muito para conseguirmos a tão sonhada igualdade de tratamento e de respeito na advocacia”, afirmou Maíra Fernandes, que acrescentou: “No Rio de Janeiro, já somos quase metade da advocacia, mas mesmo assim demoramos mais para crescer na profissão e ainda ganhamos 25% menos que os homens”.


    Maíra Fernandes afirma: “Ainda falta muito para conseguirmos a tão sonhada igualdade”

    Primeira pessoa com deficiência a ingressar nos quadros do IAB, Deborah Prates ressaltou a importância do trabalho de inclusão. “Esse encontro está sendo bastante importante para mim, porque eu estou incluída”, afirmou a presidente da Comissão da Mulher. Segundo ela, “isso é um diferencial, porque, em regra, as mulheres com deficiência não são vistas pelas suas iguais”.

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